Seguranças: Contratação de profissionais?

A utilização de seguranças armados ou não é parte de um todo, algo a ser definido dentro de uma estratégia de segurança bem elaborada.

A avaliação do contexto de necessidades do cliente pode direcionar ações paralelas ou substitutivas dessa forma de trabalho. Examinando a relação entre custo e benefício, muitas vezes, percebemos que recursos tecnológicos podem auxiliar muito e minimizar gastos.

Quando somos solicitados para uma análise do perfil dos colaboradores da área de segurança de uma empresa conseguimos comprovar o quão eficiente ou não ela está. Utilizamos protocolos de procedimentos para verificar o nível de capacidade técnica, conhecimento aplicado, habilidades específicas desejáveis e características das atitudes. Aspectos estes que combinados vão determinar se uma empresa está trabalhando com profissionais ou “alugando homens”.

É comum a utilização de seguranças como uma das ferramentas para se preservar dos riscos do cotidiano, porém devemos ter em mente que ser é diferente de parecer ser.

Observamos que as prestadoras de serviços neste segmento, geralmente, operam de forma mecanizada, fazendo a contratação de seus funcionários seguindo protocolos inadequados ou obsoletos onde se exige apenas o cumprimento de uma carga horária básica de curso de formação de vigilantes e depois os vendem como profissionais que lhes resolverão todos os problemas que por ventura ocorram.

Legislações complexas, limitação de recursos materiais, como tipos de armas e quantidades de munições permitidas, formas de comunicação entre outras dificuldades refletem diretamente no desempenho desta atividade.

Outro fator relevante é a questão do direcionamento de ações e a manutenção de treinamentos junto a equipe prestadora de serviço. Por padrão, a reciclagem acaba ocorrendo uma vez por ano e as empresas contratantes dificilmente adequam essa quantidade ao necessário devido a contenção de gastos.

Tudo isso ocorrendo de forma silenciosa. Omissão que só irá se revelar no momento da necessidade.